Quando ao amanhecer, vemos os chineses praticarem o Tai Chi Chuan (太極拳) nos parques, a primeira impressão que temos é de que se trata de uma dança tal é a beleza e a lentidão, num encadeamento ininterrupto, em que se mostra o equilíbrio na forma de movimento. O Tai Chi Chuan é uma arte milenar chinesa que nem sempre foi usada para fins terapêuticos. Nos dias atuais, através de seus movimentos, esta prática nos ensina a prolongar a vida e expandir os nossos limites, dando espaço a flexibilização dos músculos e tonificação dos órgãos internos com o auxílio da respiração, dando-nos paz e longevidade.
Pertencendo aos estilos internos e desenvolvido em dezenas de escolas diferentes, o objetivo máximo do Tai Chi Chuan não é a defesa pessoal e sim o bom funcionamento dos órgãos internos, da circulação e das funções fisiológicas em geral. Dentre as inúmeras escolas, o método que possui mais adeptos é o Yang. No Brasil, talvez por suas qualidades terapêuticas, é muito popular entre intelectuais, artistas e pessoas idosas.
Em nossa escola, o Tai Chi Chuan é ensinado com base no estilo Yang (楊), com técnicas de Qi Gong (principalmente terapêutico) inseridas nas aulas regularmente.